O modelo das Três Bolhas.

O que a Adidas fez tem um nome. E o engraçado de tudo isso? A Adidas não planejou nada disso não, meu caro. Ela tropeçou na própria genialidade.

Funciona assim: Toda marca começa numa bolha pequena. Um grupo específico de pessoas que adota o produto primeiro. No caso do Samba, essa bolha foi o futebol. Depois, a marca deliberadamente se move para uma segunda bolha, uma subcultura diferente, com valores e linguagem próprias. O Samba foi pros skatistas.

Quando a segunda bolha valida o produto, ele ganha credibilidade suficiente para explodir na terceira bolha, a cultura pop de massa. E foi exatamente o que aconteceu.

A sacada é que cada bolha nova não abandona a anterior, ela empilha. O tênis continuou sendo o mesmo, mas acumulou camadas de significado ao longo do tempo. Futebol + cultura urbana + moda = um produto que todo mundo acha que foi feito especialmente pra ele.

A grande lição, meus amigos: ter um bom produto não garante sucesso eterno. Produto e marca precisam se antecipar à cultura, porque o cliente sempre muda com o tempo. E se você esperar o cliente mudar pra só então reagir, você fica no meio do caminho enquanto o concorrente já está na bolha seguinte.

Pergunta que vale guardar pra hoje: na sua bolha atual, quem seria a próxima comunidade que poderia adotar o que você vende - e o que você precisaria mudar no produto, na comunicação ou nas parcerias pra chegar lá?

A maioria das pessoas só entende um movimento quando ele já aconteceu.

No dia 14, às 20h, eu vou abrir ao vivo o jeito de pensar que me ajudou a construir negócios de verdade e, no fim, anunciar o próximo negócio que eu estou colocando de pé.

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