O que tava por trás
Não era só piada de rival. Tinha estratégia finíssima:
Roubar a cena — no dia em que todo mundo falava da Mercedes, quem brilhou foi a BMW.
Humor com veneno elegante — cutucada na medida, sem virar briga feia.
Transformar tédio em entretenimento — aposentadoria de CEO virou pauta global.
E a Mercedes? Respondeu bem: tweetou que o Dr. Z “já tinha trocado” — mas pelo EQ, a linha elétrica da marca. Classe.