O que tava por trás

Não era só piada de rival. Tinha estratégia finíssima:

  1. Roubar a cena — no dia em que todo mundo falava da Mercedes, quem brilhou foi a BMW.

  2. Humor com veneno elegante — cutucada na medida, sem virar briga feia.

  3. Transformar tédio em entretenimento — aposentadoria de CEO virou pauta global.

E a Mercedes? Respondeu bem: tweetou que o Dr. Z “já tinha trocado” — mas pelo EQ, a linha elétrica da marca. Classe.

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