O que tava por trás?

A jogada não era só “vamos vender esmalte”.

O KFC nunca quis escalar isso como produto global. O ponto era outro:

  1. Manter o KFC como marca pop culture.

    Se Burger King brincava de tretar com McDonald’s, o KFC precisava marcar território como o doido criativo do pedaço.

  2. Provar que inovação pode ser delírio.

    Enquanto concorrentes testavam hambúrguer vegano e fritadeira sem óleo, o KFC disse: “sabe o que ninguém espera? Unha lambível”.

  3. Gerar mídia espontânea em escala mundial.

    E gerou. A campanha virou notícia em sites de gastronomia, beleza, moda, cultura pop e até jornalão sério.

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