Minha lista de livros lidos no ano (2025).
Em vez de meta de quantidade, eu escolhi um hábito simples: 20 páginas por dia.
20 páginas por dia viram 600 páginas por mês. 600 páginas por mês dão, em média, 2 livros. No ritmo do ano, isso fecha 22 livros em 2025.
Parece pouco no dia. Mas é exatamente esse “pouco” que não falha.
E o efeito real não está na estante. Está nas decisões.
Ensinamentos que os livros que li esse ano me deram:
Building a StoryBrand me ajudou a organizar comunicação. Não é sobre contar a história da marca, é sobre colocar o cliente no centro e parar de falar de si mesmo.
Ramping Your Brand é aquele livro que nenhuma faculdade entrega. Ele mostra, sem dó, por que tanta marca boa morre na gôndola mesmo com produto decente.
A Estratégia do Oceano Azul, relido quase dez anos depois, foi outro livro. O contexto muda tudo. Muitas ideias que eu não via antes hoje estão diretamente conectadas ao que estamos construindo na Rebels Ventures.
DotCom Secrets continua sendo a base de qualquer negócio que vende. Funil, oferta e copy seguem sendo fundamentos, independente da moda da vez.
No Bullshit Guide to Successful Marketing Automation foi leitura de aplicação imediata. Ferramenta, processo e atalho real, sem papo de guru.
Never Enough me apresentou Andrew Wilkinson e uma lógica de construir negócios com calma, eficiência e obsessão por caixa, não por palco.
The Main Street Millionaire reforça algo que pouca gente quer ouvir: dá pra enriquecer sem startup, sem pitch deck e sem venture capital.
Sabedoria de Charlie Munger não é sobre dinheiro. É sobre caráter, paciência e evitar decisões burras que o ego adora.
O Mesmo de Sempre, do Morgan Housel, me lembrou que tecnologia muda, mas comportamento humano não. Quem entende isso sai na frente.
The Outsiders virou playbook de liderança. Decisão simples, foco em retorno e aversão total à complexidade desnecessária.
Call Me Ted é uma aula sobre atenção como ativo. Ted Turner entendeu isso décadas antes de Instagram, TikTok e creators.
Hospitalidade Irracional reforçou algo que eu já acreditava: experiência bem feita não escala por acaso, ela exige obsessão diária.
Engenheiros do Caos foi o único livro do ano que terminei com medo real. Entender como a opinião pública é manipulada muda sua relação com política, mídia e internet.
Slow Productivity não muda sua vida, mas pode mudar sua semana. Fazer menos e melhor ainda é subestimado.
Am I Being Too Subtle?, do Sam Zell, é aula de clareza brutal. Saí mais inteligente do que entrei, o que não acontece sempre.
Não Temos Estoque e Vendemos Muito eu li em um dia. Direto, prático, sem firula. Ótimo ponto de partida pra varejo.
Obviously Awesome é o livro mais claro que existe sobre posicionamento. Se você já ouviu “é difícil explicar o que a gente faz”, comece aqui.
The Minimalist Entrepreneur me conquistou fácil. Fazer muito com pouco, andar devagar e não quebrar nada no caminho.
The Launch Pad explica como a Y Combinator pensa. Muito do que é a Rebels Ventures veio dessas páginas.
Pensamento Eficaz não é sobre produtividade, é sobre pensar melhor. Parece simples, mas quase ninguém faz.
The 1-Page Marketing Plan prova que marketing não precisa ser complicado pra funcionar.
Irreplaceable é uma aula sobre experiência do consumidor. Se você trabalha com vendas ou varejo, esse livro deveria ser obrigatório.
Nem todos mudaram minha vida. Mas todos deixaram alguma coisa.
Ler não é sobre acumular conhecimento. É sobre refinar critério.
Se quiser seguir esse ritmo, montei uma lojinha na Amazon com os livros que eu leio. Tá tudo lá!
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