Por que isso é genial?
Porque ninguém presta atenção num cartaz colado na parede. Mas todo mundo olha duas vezes pra uma camiseta com uma estampa incomum. A campanha tira os casos do esquecimento e coloca no feed — e no corpo — das pessoas.
E mais: usa o algoritmo da rua.
Você anda com a estampa, outra pessoa vê, escaneia o QR code, compartilha…
E, de repente, o que era um rosto perdido na multidão vira conversa de bar, story no Instagram, pauta de rádio, post no X.
O primeiro trilionário do mundo já está a caminho…
Segundo Mark Cuban, ele não vai vir do petróleo, do Vale do Silício ou da próxima bolha financeira. Ele vai vir da inteligência artificial.
E não como usuário. Como criador.
Em uma declaração que já virou manchete, o bilionário e investidor serial Mark Cuban cravou:
“O primeiro trilionário do mundo será um empreendedor de IA.”
Não é chute. É cálculo.
E mais do que isso: é uma leitura aguda do que está acontecendo debaixo do nosso nariz — ou melhor, dentro dos nossos algoritmos.

