Meu pai me mandou enfiar a planilha no c...
É isso. Sem rodeio. Essa foi a lição mais importante de empreendedorismo que eu já recebi na vida.
Ele falou: para de planejar, vai pra rua vender. Quando a venda vier, você contrata alguém pra fazer essa porcaria da planilha. Levei 20 anos pra entender o quanto ele tava certo.
Eu chamo essa fase de 0 pro 1. É a mais difícil de todas. É quando a maioria quebra. É como aquela música: era uma casa muito engraçada, não tinha teto, não tinha nada. Mas é exatamente essa fundação torta, incompleta, improvisada, que vai sustentar tudo que vem depois.
Em 2004, eu e o Nandão estávamos numa academia em que quatro caras usavam a mesma bermuda feia de uma marca carioca. A gente olhou um pro outro e falou: a gente consegue fazer muito melhor que isso. E diferente.
A gente foi atrás de um fornecedor em São Gonçalo. O cara pediu a arte em vetor. A gente nem sabia o que era vetor, turma. Abrimos o Word e escrevemos na perna da bermuda: Seja você mesmo, mas não sempre o mesmo, que era o nome do CD do Gabriel Pensador, que tava estourando no Brasil inteiro.
Caímos no mínimo de 300 peças. Viramos sacoleiros. Rodamos o interior de São Paulo num carro alugado vendendo pra lojistas multimarcas. Muitos compravam por pena, tenho certeza. Mas a gente vendia com amor, com raça, com tesão. Dois anos assim, até abrir a primeira loja: 33 metros quadrados em Ipanema de puro amor e adrenalina.
É exatamente nessa fase que o guru te encontra.
Ele sabe que do 0 pro 1 você tá sozinho, sobrecarregado, sem resposta, sem tempo de família, sem tempo de cuidar da saúde. Quanto mais você sofre, mais você paga pra ele. A dor do empreendedor no início é literalmente o modelo de negócio dos gurus de internet no Brasil.
E não é só pra quem abre empresa não. É pro líder que assumiu uma área que nunca cresceu. Que decidiu parar de executar o plano dos outros e construiu o seu dentro da organização. A casa sem teto é a mesma. A raça tem que ser a mesma. E o guru te encontra do mesmo jeito.
Mas eu vou te falar uma coisa: quem sabe vender, não morre de fome. O problema é que são poucos os empreendedores de verdade que se dedicaram a transformar esse aprendizado numa plataforma de educação acessível, do dono da padoca à Faria Lima. Esse vácuo foi preenchido por gente que nunca empreendeu nada na vida.
A gente vai acabar com essa farra.
Se esse conteúdo te fez refletir sobre alguma coisa, isso aqui foi o aperitivo.
Deixa eu te fazer uma pergunta.
Quantas vezes você já sentou pra assistir uma aula, um painel, uma palestra e saiu de lá com a sensação de que ouviu muito e aprendeu pouco? Que tinha muita teoria bonita e pouco do que você consegue aplicar amanhã?
Eu também senti isso. Do outro lado do palco.
Passei anos sendo convidado pra falar sobre o que a gente construiu na Reserva. E sempre saía incomodado com a mesma coisa: eu contava a história, as pessoas aplaudiam, e aí? O que elas levavam pra casa de verdade?
Foi essa incômodo que me fez parar e pensar no que realmente faria diferença.
Não era mais uma palestra ou um papo inspiracional.
Era pegar tudo que a gente aprendeu empreendendo em 18 anos, do zero ao um, do um ao dez, do dez ao cem, lucrativos em todos eles, e transformar em algo que qualquer pessoa pudesse abrir, ler e aplicar.
Do dono da padoca à Faria Lima.
Passamos os últimos meses fazendo exatamente isso.
Esse conhecimento ficou 18 anos na gaveta.
No dia 14 de abril, às 20h, eu abro pela primeira vez. Ao vivo. Na sua frente. E vou anunciar o negócio que estou construindo agora.
É ao vivo. É gratuito. E vai ser diferente de tudo o que você já viu por aí.
SOBRE MIM
Eu e meus sócios fundamos algumas das marcas mais relevantes do país com R$0 no bolso e as levamos a R$2 bilhões de faturamento anual. Vendemos o negócio por mais de R$1 bilhão e hoje vivemos para mentorar e investir em fantásticos empreendedores.
O Email do Rony é a minha forma de te ajudar a construir uma vida e um negócio prósperos. Faço isso trazendo sacadas práticas que você pode aplicar imediatamente no seu dia a dia.
Trabalho pela minha família e carrego ela comigo em tudo que faço. Por isso eu te pergunto: você tá construindo algo que te permite viver de verdade, ou só sobreviver? Pensa nisso.
Um abraço,
ENCAMINHE


