Os mascotes voltaram com tudo.

Em vez de investir só em promoções e eventos, cada vez mais centros comerciais no Brasil estão apostando numa estratégia que parece simples, mas mexe lá no fundo: criar mascotes.

E não são só bonequinhos fofos.

São personagens com nome, história, personalidade, e o mais importante: papel ativo no relacionamento com o público.

No Natal Shopping (RN), por exemplo, nasceu a elefantinha Naty — inspirada no desenho de uma menina de 13 anos.

Ela virou o símbolo oficial do lugar. Participa de eventos, campanhas sazonais, ações sociais. Tem até linha de produtos e fila pra tirar foto.

Mas por que isso importa?

Porque num mercado saturado de estímulo visual e venda agressiva, a lembrança afetiva virou o novo diferencial competitivo.

As crianças amam o personagem, os pais criam vínculo com o espaço e a marca sai da cabeça e vai direto pro coração.

É uma estratégia de branding afetivo, mas com efeito concreto:

  • Mais tempo de permanência no shopping;

  • Maior engajamento nas ações;

  • E fidelidade construída fora da lógica do desconto.

Enquanto uns estão tentando empurrar ofertas com influenciador genérico… outros estão criando personagens que viram memória.

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