A única decisão que muda tudo.
Entre empreendedores que admiro há sempre um ponto em comum: Eles tomaram uma decisão central que mudou a rota da vida.
Não está em planilhas, não se ensina em MBAs, e raramente vira manchete. Mas determina todas as outras: É a decisão de rejeitar o caminho padrão.
De recusar o emprego que esgota. O chefe que paralisa. A rotina que drena. A decisão de rasgar a CLT e começar a viver pelas próprias regras.
O custo invisível da indecisão
A maioria das pessoas não falha por incapacidade. Falha por indecisão crônica. A vida moderna tem um bug: ela recompensa a inércia com conforto. Até que seja tarde demais.
Decisões têm custos. Indecisões têm juros. E o maior deles é terminar a vida sem ter vivido de verdade.
O meu ponto de virada
Há um ano tomei uma das decisões mais corajosas da minha carreira: deixei a empresa que fundei há quase 20 anos.
Com meus sócios, começamos do zero, levamos a companhia a R$400M de faturamento anual, vendemos em 2020 e, como executivos, a levamos a quase R$2 bilhões de receita, com margem de lucro 80% maior.
Estávamos no topo e confortáveis. Mas infelizes. Não nos víamos como executivos. Sentíamos falta de empreender.
Já havíamos tomado decisão semelhante há 20 anos atrás quando decidimos largar, no início de nossas carreiras, posições confortáveis em grandes empresas para empreendermos a Reserva.
Recomeço
No início deste ano, começamos tudo de novo.
Lançamos a Rebels Ventures, uma venture builder onde somos cofounders de empreendedores incríveis, construindo as empresas mais ousadas em saúde e bem-estar.
Voltamos a ficar ricos. De propósito. De pertencimento. De felicidade. E, quando é assim normalmente o dinheiro vem como consequência lógica.
A pergunta que fica…
A qualidade da sua vida — e do seu legado — será determinada por algumas poucas decisões valentes.
👉 Se você continuar tomando as mesmas decisões de hoje, onde vai parar?
O desconforto da resposta pode ser o melhor presente que você recebe esta semana.

