Brad Pitt e o seu anúncio de R$ 40 milhões de dólares.

A nova jogada da Apple nos cinemas é F1, um blockbuster com Brad Pitt, mas que virou manchete mesmo antes da estreia por um motivo: levantou mais de 40 milhões de dólares apenas com patrocínios. Marcas como Mercedes, IWC, Expensify e EA Sports pagaram para aparecer no carro e no uniforme da equipe fictícia APXGP, em uma integração que superou até Top Gun.

E o destaque está no como: as marcas não foram inseridas de forma forçada, foram incorporadas ao universo do filme com realismo e estética. Resultando em visibilidade orgânica, aumento de tráfego, produto licenciado e até aparição em clipes de cultura pop. Merchandising virou narrativa.

Para a Apple, F1 é um experimento para impulsionar assinaturas do AppleTV+ e, possivelmente, abrir caminho para disputar os direitos de transmissão da Fórmula 1. Se funcionar, pode redesenhar o modelo de blockbuster. Se não, será um erro bilionário, com lições valiosas.


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